Últimas atualizações sobre a guerra Israel-Hamas


O guerra entre Israel e Hamas, que começou em 7 de outubro de 2023, depois que o Hamas lançou um ataque surpresa contra Israel, está acontecendo há quase três meses, sem nenhum sinal de um cessar-fogo duradouro.

Aqui estão alguns dos últimas atualizações sobre a situação:

  • Na quarta-feira, 3 de janeiro de 2024, Israel anunciou que retirará cinco brigadas militares, incluindo muitos reservistas, da Faixa de Gaza esta semana para se preparar para um conflito de longo prazo esperado e para mitigar os danos à sua economia.1. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que a guerra deverá continuar por “muitos meses mais” e rejeitou a pressão internacional por um cessar-fogo1.
  • Na terça-feira, 2 de janeiro de 2024, Israel bombardeou áreas residenciais na cidade de Khan Younis, no sul do país, matando pelo menos 15 pessoas e ferindo dezenas de outras.2. O exército israelense disse que estava atacando túneis e lançadores de foguetes do Hamas, mas testemunhas disseram que muitas das vítimas eram civis2.
  • Na segunda-feira, 1º de janeiro de 2024, as Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram que estavam prontas para “qualquer cenário” após confirmar a morte de um importante líder do Hamas, Mahmoud al-Zahar, em um ataque aéreo em sua casa na Cidade de Gaza.3. Al-Zahar foi um dos fundadores do Hamas e uma figura proeminente em sua ala política3.
  • No domingo, 31 de dezembro de 2023, uma resolução aprovada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas na semana passada, que pedia maior ajuda a Gaza, "ainda não teve impacto", de acordo com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus.4. Ele disse que a situação humanitária em Gaza estava piorando, com perigos, problemas de saúde, fome, sede e falta de abrigo afetando milhões de pessoas.4.
  • No sábado, 30 de dezembro de 2023, o Hamas negou uma alegação de uma ala de elite do exército iraniano de que seu ataque de 7 de outubro a Israel foi realizado em vingança pelo assassinato de um importante comandante iraniano, Qassem Soleimani, há quase quatro anos.5. O Hamas disse que o ataque foi motivado pelos seus próprios “interesses estratégicos e nacionais” e não por qualquer influência externa5.

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