O compra do Alasca da Rússia é frequentemente referido como “A Loucura de Seward” ou “A Geladeira de Seward“, nomeado após William H. Seward, o Secretário de Estado dos EUA que negociou o acordo. Ele era um membro do Partido Republicano.

O nome formal do acordo era Compra do Alasca, e ocorreu em 1867.
A aquisição do Alasca foi um tanto controversa na época, e os críticos zombaram de Seward pelo que consideraram um gasto desnecessário.
O acordo envolveu o Estados Unidos pagam à Rússia $7,2 milhões pelo território, que abrange uma área de cerca de 586.000 milhas quadradas.
O a compra do Alasca teve várias implicações significativas:
- Importância estratégica: O governo dos EUA reconheceu a importância estratégica do Alasca, particularmente sua proximidade com o Império Russo. Na época, havia preocupações sobre a potencial expansão russa para a América do Norte.
- Potencial Econômico: Embora o Alasca tenha sido visto inicialmente por alguns como um deserto congelado e árido, mais tarde ele provou ser rico em recursos naturais como madeira, peixes e minerais. A descoberta de ouro no final do século XIX e, mais tarde, o desenvolvimento de recursos de petróleo contribuíram para o valor econômico do Alasca.
- Valor simbólico: O compra do Alasca refletiu a mentalidade expansionista dos Estados Unidos durante o século XIX. Foi parte do movimento mais amplo de expansão para o oeste, aquisição territorial e a crença no Destino Manifesto – a ideia de que os EUA estavam destinados a se expandir pelo continente norte-americano.
Com o tempo, à medida que o valor econômico e estratégico do Alasca se tornou aparente, a opinião pública mudou, e a compra passou a ser vista como uma decisão sábia.
Em 1959, O Alasca se tornou o 49º estado dos Estados Unidos, e hoje é celebrada por sua beleza natural e riqueza de recursos.
O termo “A loucura de Seward” é agora frequentemente usada ironicamente para destacar como as percepções iniciais de um erro pode evoluir ao longo do tempo.